Cientistas Gays Isolam o Gene da Cristandade

Após essa descoberta, a esperança para encontrar uma cura para essa doença aumentou.

E para acabar de vez com os grandes males da humanidade, só precisam também descobrir uma cura pro câncer, e para as pessoas que não vêem graça em humor negro e/ou politicamente incorreto. =)

Via Pedro Dória.

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Se não está Online, então não Existe

Adão

Excelente tira do Adão publicada na Folha de São Paulo de hoje. Fazia tempo que ele não fazia uma boa tira como essa. Aliás, desde que o Laerte surtou, o único cara que vem mandando bem todos os dias é mesmo o Fernando Gonzales.

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Quadrinho Digital

Recomendo a visita do recém inaugurado blog Quadrinho Digital que tem como objetivo abordar o universo das webcomics. O blog pretende sempre trazer uma entrevista com um quadrinistas que produz hqs onlines, e já começou bem, entrevistando André Dhamer, o criador dos Malvados.

A última entrevista do Quadrinho Digital foi comigo, em que eu falo um pouco sobre a gêneses do Homem-Grilo e sobre a experiência já de quase dez anos com webcomics.

Então, tá dado a dica.

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Animusic - Animação Musical

Esse video é parte do , uma sensacional animação em computação gráfica que mostra diversas seqüências musicais onde instrumentos tocam a si mesmos (literalmente) ou são tocados através de estranhas engenhocas. Nesta seqüência do video, que é a mais famosa, temos diversos instrumentos de percussões sendo tocados por bolinhas que saem de um engenhoca formada por diversos canos.

Existem duas animações do Animusic, a primeira, de 2004, e a segunda, lançada em 2005. E segundo o site oficial já está em andamento a produção da terceira animação, mas ainda sem data de lançamento. Abaixo vocês conferem uma relação de link com todas as seqüências de ambas as animações do Animusic que estão no youtube. Vale a pena conferir todos!

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It’s Swing Time


Link para o Vídeo.

Um dos gêneros musicais que eu curto muito é o swing, que é um estilo de jazz tocado por big bands bem popular nas décadas de 30 e 40, e que foi um dos gêneros que estiveram na formação do rock’n roll.

Agora mais legal ainda é o retro swing, que é um revival do estilo tocado por bandas contemporâneas como o Cherry Poppin’ Daddies, que vocês podem conferir no vídeo acima. Outras bandas legais de retro swing são o Big Bad Voodoo Daddy e The Brian Setzer Orchestra.

E pra fechar o post, fiquem com um bônus; este excelente clip de Coboy Bebop ao som de um versão swing de Jingle Bells.

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Era da Informação?

Em um dos últimos posts de seu blog, Inagaki comenta sobre a prova de redação da Fuvest realizada no domingo passado, em especial, sobre um dos textos apresentados na prova, de autoria de . Em seu texto, Kanitz fala sobre o que ele chama de “Era da Desinformação”, que segundo ele, é um fenômeno causado pela Internet em que qualquer um pode expressar sua opinião, e por isso, acaba gerando muito “lixo” e “ruído sem significado”.

Inagaki rebate a afirmação de Kanitz dizendo que isso não é uma exclusividade da Internet. De fato, sempre se produziu muito “lixo” durante toda a história da humanidade, e como Historiador, sei disso muito bem. A Internet apenas tornou esse “lixo” mais evidente, mostrando para as pessoas comuns que não é só porque algo está escrito que deve se tratar de uma verdade absoluta, pois como afirma Paul Veyne, a verdade nem mesmo existe.

Essa noção de que “se está escrito, então é porque deve ser verdade” perdurou por muito tempo na História pois justamente a escrita sempre esteve nas mão de poucos privilegiados, chegando ao ponto de criar toda uma classe de prestígio e de poder em cima da prática da escrita, como era o caso dos escribas no antigo egito, dos monges bibliotecários na idade medieval, ou dos Intelectuais Acadêmicos nos dias de hoje. E a Internet vem justamente para quebrar essa hierarquia de poder sobre o conhecimento.

A principal crítica de Kanitz, e que é muito semelhante a crítica que faz em seu livro A Cultura do Amador, é que a Internet nivela o conhecimento por baixo, já que qualquer um pode emitir a sua opinião, e não apenas os especialista como acontece nas mídias tradicionais. A idéia que eles concebem é que a opinião de um “amador” não tem o mesmo rigor científico da opinião de um especialista. Mas essa afirmação não passa de um engôdo.

É claro que daremos muito mais credibilidade a um físico quando estiver falando sobre física e a um historiador quando estiver falando sobre História, mas nada impede que um físico possua tanto conhecimento de História quanto um historiador, e um historiador saiba tanto sobre física quanto o físico. Da mesma forma, na impede que alguém que nunca passou pela academia possa ter plenos domínios sobre o conhecimento acadêmico.

Um amador pode dominar tão bem um assunto quanto a pessoa que se formou em um campo de conhecimento específico. Afinal de contas, a mídia tradicional não é feita basicamente por jornalistas, que salvo exceções, não deixam de ser “não-especialistas”? Aliás, nisso vemos até uma contradição nos argumentos tanto de Kanitz quanto de Keen, pois na Internet, principalmente em blogs, costumamos ver muito mais especialistas escrevendo sobre seus assuntos de especialidades do que nas mídias tradicionais, ou seja, economistas falando sobre economia, historiadores falando sobre história, programadores falando sobre programação, e por aí vai. E como eu já afirmei, nada impede que essas pessoas também manjem sobre conhecimentos além de suas áreas de especialidades.

A questão toda é que, como ressalta o próprio Inagaki em seu post, o leitor tem que aprender a criar um senso crítico e um “desconfiômetro” apurado, e isso tanto para o que encontra escrito na Internet quanto nas mídias tradicionais. A vantagem da Internet é que ela dá a esse leitor crítico uma gama muito mais ampla de fontes para apurar a informação do que ele teria em séculos anteriores, quando a informação estava restrita àquelas classes de prestígio que citei no começo do texto.

É por isso que, como historiador e professor de História, apóio indiscrimidamente os meus alunos a fazerem as pesquisas para os seus trabalhos utilizando (mas não só) a Internet. Procuro ensinar a eles por exemplo a como utilizarem a Wikipedia, não apenas como fonte de consulta, mas também incentivando eles a colaborarem com ela. Quantos professores vocês conhecem que fazem isso? Inclusive, já quebrei o pau diversas vezes com colegas professores que me recriminam por essa minha atitude, utilizando a mesma argumentação que Kanitz e Keen, de que a Wikipedia não é um fonte segura pois qualquer um pode escrever nela.

De fato, a Wikipedia é uma fonte insegura, mas ela é tão insegura quanto qualquer outra fonte se o leitor não possuir um senso crítico apurado, e é justamente isso que eu espero que as pessoas comecem a perceber, e acredito que a Internet pode colaborar para essa percepção. Diferente do que Kanitz afirma, não vivemos na “Era da Desinformação”, vivemos sim na que o sociólogos denominaram de “Era da Informação”. Mas o que é preciso perceber, mais do que tudo, que informação não é sinônimo de conhecimento. E o conhecimento também não vem ao se restringir a produção de conteúdo a poucos “especialistas”, mas sim conscientizando cada vez mais os leitores a utilizarem a sua capacidade de analise e interpretação desse conteúdo, independente de qual for a sua origem. Só assim é que conseguiremos finalmente migrar da “Era da Informação” para a “Era do Conhecimento”.

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Homem-Aranha e Homem de Ferro juntos em Animação


Link para o Vídeo.

A Marvel Kids, que é o selo da Marvel Comics voltado para as crianças, disponibilizou na Internet uma curta animação CG reunindo dois de seus ícones, o Homem-Aranha e o Homem de Ferro. Essa animação é apenas o primeiro capítulo de uma série. Outros capítulos serão disponibilizados ainda nesse mês.

O que eu mais curti nessa animação é que podemos ver um Homem-Aranha “fanfarrão” que nem nos quadrinhos, disparando diversas piadas infames enquanto está em ação (isso é algo, aliás, que ficou faltando no Homem-Aranha dos filmes). O Homem de Ferro por sua vez está piadista até demais, ainda mais se comparado ao Tony Stark sisudo dos quadrinhos, mas não é nada que atrapalhe, pelo contrário, até torna a animação mais engraçada.

Bem, agora é aguardar ansioso pelo próximo capítulo.

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Blogs e Webcomics

Um movimento que vem acontecendo nos últimos tempos na blogosfera é a reunião de vários blogs sob um mesmo teto, formando um tipo de portal de blogs, como é o caso do Interney Blogs e do Blogamos. Mas uma coisa que percebi nesses coletivos de blogueiros é que nenhum deles possui um blog de quadrinhos.

E veja, não estou me referindo a blogs que falam de quadrinhos. Isso ambos possuem, apesar de não haver nenhum que fale exclusivamente desse assunto, como o Blog dos Quadrinhos. Na verdade, estou me referindo a blog que publicam quadrinhos.

Pensei em duas possibilidades para esse fato. 1) Os editores-chefes desses portais de blogs não gostam de quadrinhos. 2) Eles até gostam, mas não conhecem nenhum blog de quadrinhos com uma qualidade a altura de pertencerem ao seus portais.

Se a primeira opção for a correta, eu só devo lamentar pois eles devem ser pessoas bem infelizes. Mas se a opção for a segunda, acredito que eles não procuraram bem o bastante, pois tem surgido nos últimos tempos excelentes blogs de quadrinhos, como o Desvio de A Moraes e Jean Okada.

Aliás, estou gostando de ver que os quadrinistas brasileiros estão começando a apostar fortemente nas hqs onlines (ou webcomics), algo que os quadrinistas gringos já estão fazendo bem ( e ganhando dinheiro inclusive) desde o começo da década, e que agora inclusive começa a receber o investimento das grandes editoras como a DC Comics, com seu Zudacomics, e o Dark Horse Presents. Se antes por essas bandas só tinhamos um grande portal de quadrinhos online como a Nona Arte, agora vemos surgirem outros portais como o Webcomix e o Quatoon. Isso sem falar nos quadrinistas solitários, que antes se restringia praticamente ao André Dahmer e seus Malvados, e agora temos muitos outros mais, como o já citado Desvio.

Um dos motivos para esse crescimento dos webcomics, acredito, é utilização da “ferramenta” blog para a publicação, seja utilizando o bom e velho Blogger, ou novo e prático ComicPress. E eu espero que em 2008 o número de quadrinistas brasileiros fazendo webcomics aumente de forma exponencial, mostrando que publicar na Internet (e em blogs) pode ser tão viável quanto publicar numa revista impressa. E principalmente para o quadrinista independente, ambas são ótimas vias (tanto que exploramos as duas no Quarto Mundo).

E para ajudar os leitores a descobrirem essas webcomics tupiniquins, que vocês não encontraram nem em coletivos de blogs ou mesmo em grandes portais, pretendo aos poucos aqui na Grilo Caverna ir postando resenhas e comentários sobre as webcomics que ando lendo e o que de melhor eu encontrei por aí. Aguardem.

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Um Conto Cartão de Natal

Nicholas era mais velho que o pecado e sua barba não podia ficar mais branca. Ele queria morrer.

Os anões nativos das cavernas do Ártico não falavam sua língua, mas chilreavam na deles e realizavam rituais incompreensíveis quando não estavam trabalhando nas fábricas.

Uma vez por ano, forçavam-no, aos prantos e sob protestos, pela Noite Sem Fim. Durante a jornada, permaneceria ao lado de cada criança do mundo, deixando um dos presentes invisíveis dos anões ao pé da cama.

As crianças dormiam, congeladas no tempo.

Ele invejava Prometeu e Loki, Sísifo e Judas. Seu castigo era mais sombrio.

Ho.
Ho.
Ho.

- Neil Gaiman

Eu adoro este mini-conto do Gaiman. Para mim, ele exprime o que é o verdadeiro “espírito do Natal” neste mundo (pós)moderno em que vivemos. Um monte de gente se amontoando em shopping center pra comprar os presentes de última hora. Ceia com os familiares, muitos dos quais você não vê o ano inteiro, e nem veria se não fosse a ceia, mas justamente por isso, eles não perdem a chance de ficarem falando da sua vida pessoal e te criticando (sempre tem aquela tia que fica te perguntando quando é que você vai arranjar uma mulher pra casar e ter filhos, como se esse fosse o único objetivo de vida possível). E por fim, aqueles amigos secretos que são verdadeiras roubadas. Nem o Papai Noel deve gostar do Natal!

Sabe, eu prefiro muito mais o Natal como ele era antes de ter sido incorporado pela Igreja Católica, uma festividade pagã de comemoração ao solstício de inverno. Afinal, para muitos desses povos pagãos, o festival ao deus sol era acompanhado por muito vinho, orgias, e alguns sacrifícios de virgens, o que convenhamos, tornava a coisa toda muito mais divertida. Esses caras sabiam como festejar. Talvez eu traga este tipo de Natal de volta quando tiver dominado o mundo.

Mas enfim, apesar de tudo, um feliz natal pra vocês. E com os cumprimentos do .

Hogfather

E o melhor é que na lista dele tanto faz se você foi bonzinho ou não. O seu “presente” estará garantido de qualquer forma. =)

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Batman Fora de Forma

Batman

Não! Não é a volta do Batman gordinho do . Trata-se da imagem de um cartaz de uma academia de ginástica na India, segundo o blog Lá Fora. Existe outros dois cartazes no mesmo estilo, um do Homem-Aranha e outro do Super-Homem, que você pode conferir clicando no link do blog.

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